Frase de Missias
A mata, que era o meu reino Hoje é cinza e solidão Onde eu rugia com brio Resta o som do caminhão As cercas vão me prendendo Onde antes era o meu chão E o homem vai esquecendo Que somos parte do mesmo quinhão. Peço que o olhar se transforme Que o respeito possa voltar Pois se a selva adormece A vida vai se apagar Não quero ser só gravura Ou um bicho de museu Quero ser força da natureza No lugar que Deus me deu. Ainda há tempo de cura De plantar o que se perdeu Para que a onça futura Não diga o adeus que eu disse ao meu.
No pensador.ai desde