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Frase de Jorge Jololo Capessa

⁠QUANDO A LUA BEIJA A NOSSA JANELA. Penso em você dia e noite; já perdi a noção da nossa vida, em meio da jornada, Não importa o quanto eu pense, mais ainda eu me perco e achei-me numa cadeira tenebrosa, Quando me dei por conta já perdi a minha verdadeira estrada. Pensamentos levam-me ver você perto da janela penosa, A nobre saudade que deixaste sem a brava espessura as paridade, Que deliciosamente a memoria a relembra ainda cuidadosa. A imaginação traz a saudosa voz que dizia – És o bom caminho abandonado. Eu num tom escarlate de sono os sentidos me tomara. Dizia: - Tomara! Tomara! Olhando na janela a lua beijava a cidade; pena minha é que tudo estava terminado. Do alto da janela olhei e disse; - É bom estar às espaldas do planeta. Mas naquela noite, tudo silenciava do peito o assombro um tanto se aquietava. À noite me era mais longa que uma eternidade de pesadelos que causara, Sua imagem me encantara, na alma lá no fundo da colina do coração me cerca. Cada segundo durava mais que tudo, tudo se transformava em cada instante meu fim do mundo! Oh! Aí eu gritava: - Amor da minha vida! Amor da minha vida! A solidão e escuridão chegaram bem no fundo. -Wau! Meu amor benvinda! –És causa de miséria, vi pegar oque é meu: assim respondeu. -Meu amor vem cá que sou teu Romeu: Cala-te que meu amor não é teu. Sentada na cama beijei-a, logo abri o véu da janela vimos à lua beijando o céu. Com lagrimas no rosto ela disse; - Não volte a beber de novo meu Romeu. -Perdão minha Julieta, não voltarei a tocar a maçaneta do bar. Ela disse: Meu Romeu vem vamos contemplar a lua enquanto beija o mar. - Meu amor dá-me do teu amor na magia e gemer da tua veste tolar. A lua e o sol estão distante, mas nosso amor está em cada instante que vivemos.

Jorge Jololo Capessa

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Pensador.com

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⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti. Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus filhos nasceram frustrados com suas vidas.

⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria!
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⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria! Uma experiência de vida ao teu lado pai, eu ganharia, Um outro e novo amor dentro de mim nasceria E quando o céu chorar meu calor de filho eu te daria. Quando escapar da captura do irmão da noite Desejar-te-ia em teu trabalho, um milhão de sorte, Um doce café toda manhã te daria, pai eu confesso-te, Um conselho na calada noite, sentado aqui imagino-te. Se estivesses a respirar bem aqui nenhum medo eu teria, E um abraço em cada dia ao teu lado não perderia, Tudo é belo neste mundo, assim dirias. Pai saudades aperta meu peito todos aos dias.

⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade:
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⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade: Faz-me sentir o quão apele arde! Colocá-la-ei no coração de toda humanidade: Ó poeta! Clame com belas rimas! Os poetas vivem sem fim: Como a videira dá vida as vinhas! Como borboletas num jardim: O poder das letras! Vem do coração dos poetas: Com setas das canetas! Nós vivemos sem metas:

⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora,
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⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora, Longos navios de silêncio encheram a casa, tão grande, tão vasta! Todos os gatos da vizinhança lacrimejaram rios caudalosos, Comiam cogumelos e varriam as cascatas dos cemitérios Com agudas lâminas de tédio, sobre a presença de uma mão partida. Foi preciso perder de vista as crianças que brincam: liberdade do querer. A cobra branca passeia fardada à porta das nossas cubatas, feitas para perecer. Derrubaram as árvores de fruta-pão, e sempre que uma ave parte: nunca sei para onde. Para que passemos fome vigiam os caminhos receando a fuga da autonomia do fazer. Quando a liberdade é vendida pelo tio, oh! A tragédia já a conhecemos: a cubata incendiada! O telhado de andala flamejando e o cheiro do fumo misturando-se, Ao cheiro de andu e ao cheiro da morte prematura imediata (...) vi a liberdade.