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Frase de Kiko di Faria

EXPRESSÃO NUMÉRICA Quatro vezes te olhei Duas vezes em meus sonhos Duas vezes nos teus sonhos. Duas vezes te encontrei Uma vez quando choravas Uma vez quando sorrias. Quatro vezes te toquei Duas vezes com meus olhos Duas vezes com as mãos Duas vezes te amei Uma vez com um sorriso Uma vez com uma canção. Quatro vezes te jurei Duas vezes pelo céu Duas vezes pelo sol Duas vezes te magoei Uma vez quando falei Uma vez quando calei. Quatro vezes fui feliz Duas vezes quando te vi Duas vezes quando te quis Duas vezes eu chorei Uma vez ao te beijar Uma vez ao te amar. Uma vez eu fui ao céu, Quando te possui pela primeira vez Uma vez me entreguei Quando te encontrei Duas vezes me arrependi, Quando te magoei Quando te perdi Três vezes quis voltar Quando te revi Quando saudades senti Quando só, me descobri Quatro vezes te chamei Todas elas quando a solidão me furtava o sono E O coração se punha a desejar-te. Só mais uma vez quero ser feliz... Então volta! Pela ultima vez!

Kiko di Faria

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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RECEIOSA A DESEJAR Seu olhos têm vida Têm sede e saudade de si
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RECEIOSA A DESEJAR Seu olhos têm vida Têm sede e saudade de si Perdida se sentes se vê Tão frágil a esbanjar força e poder Tão bela tão meiga Só quer seu amor sendo amado servido comido na mesa do amar És flor de láureas pétalas que se despetála ao se despertar Na calidez da solidão e do desejo de se ver amada Envolta no aconchegante manto do amor Amor que não se mensura que não se acaba que não se esvai ou vai Amor que fica no vai e vem no embalo da vida no embalo dos corpos Nos olhares a se verterem em si Se recriando mutuamente sempre quentes e famintos Se fecha sem medo com medo de amar Ansiando pelo amor.

PANGOZO Deixe que eu te olhe Te aprecie que eu te queira
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PANGOZO Deixe que eu te olhe Te aprecie que eu te queira Deixe que eu te ame Que eu te veja e te deseje Deixe que eu te coma Te deguste e que eu te goze Deixe que eu te tenha Que me tenhas que me aproves Deixe que à distância Tudo seja sem o ser Deixe o não consumado A consumar-se por ser Eu em ti e tu em mim... Eternamente A se verter.

SONETO EM A Ah! Paixão volátil que se dissimúla Ao sabor dos ecos do vento da emoção
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SONETO EM A Ah! Paixão volátil que se dissimúla Ao sabor dos ecos do vento da emoção Agindo nas veias o sangue coagúla A furtar-me o tênue fio da razão. Atônito ante seus olhos reluzentes Almejo ver seus sonhos seus segredos Acordo encarcerado em correntes Atado e impedido então me vejo. Ao menos no olhar minha te tenho Assim grilhões não me podem conter Amando-te no silêncio, me contenho Aline, que a um olhar aprisiona Aos mortais que em tua órbita passeiam e A cada instante por ti se apaixonam.