Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
SONETO DO VELHO AMIGO Então, depois de tanto andar trilhado Pesar rasgado nas retaliações, malícia Eis que a amizade súplica por carícia De amparo, dos tantos erros, passado Enfim, se calado, deixai de ter sevícia E sentai tu, amigo, aqui do meu lado É tão bom novamente em ter-te amado Nunca abandonado, do afeto imperícia E no abraço antigo, não fomos garrano Perceba ao nosso arfante a se comover Pois deixe na quimera o nosso engano Amigo que é amigo nada e então explica Estamos sempre reencontrando no viver Necessidade e, no coração se multiplica... © Luciano Spagnol poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde