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Frase de Maria da Penha Boina

Amor II Seu amor, amor! É amor frágil Amor possessivo Amor pequeno demais. Seu amor, amor! Não é amor de luta Amor consistente É amor de pouca labuta. Seu amor, amor! É amor para as "Helenas" Pessoas pequenas Com pequenos dotes que lhes interessam. Seu amor, amor! É amor arranjado Amor dependente Amor de boteco. Seu amor, amor! É amor passageiro Amor de agradecimentos Não é amor das Marias Meu amor, amor! É amor que suplanta as suas baixas ideologias Que perdoa a sua insignificância É amor cá de dentro. Para o seu futuro amor, amor! Não serão os haveres aos quais pertence Que superarão as suas dores Sempre serei eu, que estarei aí dentro.

Maria da Penha Boina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.