Frase de Luiz Marenco
Eu viverei eternamente nos cantares Dos pobres loucos que dos versos fazem o ninho Eu viverei para a glória dos pesares Onde quase sucumbi nos teus carinhos
No pensador.ai desde
Eu viverei eternamente nos cantares Dos pobres loucos que dos versos fazem o ninho Eu viverei para a glória dos pesares Onde quase sucumbi nos teus carinhos
No pensador.ai desde
Para o Meu consumo. Têm coisas que tem seu valor Avaliado em quilates, em cifras e fins
Para o Meu consumo. Têm coisas que tem seu valor Avaliado em quilates, em cifras e fins E outras não têm o apreço Nem pagam o preço que valem pra mim Tenho uma velha saudade Que levo comigo por ser companheira E que aos olhos dos outros Parecem desgostos por ser tão caseira Não deixo as coisas que eu gosto Perdidas aos olhos de quem procurar Mas olho o mundo na volta Achando outra coisa que eu possa gostar Tenho amigos que o tempo Por ser indelével, jamais separou E ao mesmo tempo revejo As marcas de ausência que ele me deixou.. Carrego nas costas meu mundo E junto umas coisas que me fazem bem Fazendo da minha janela Imenso horizonte, como me convém Daz vozes dos outros eu levo a palavra Dos sonhos dos outros eu tiro a razão Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros Das tantas saudades eu guardo a paixão Sempre que eu quero, revejo meus dias E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo Mas deixo bem quietas as boas lembranças Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...
No cartão de procedência Pouco importa onde nasci Busquei rumo e me perdi
No cartão de procedência Pouco importa onde nasci Busquei rumo e me perdi Querência minha querência Desde então me chamo ausência Porque me apartei de ti Como um cavaleiro andante Das léguas que caminhava Sempre que me aproximava Dos sonhos correndo adiante Mas me sentia distante Daquilo que procurava
A lição número um Eu aprendi com meu pai Quem não sabe pra onde vai
A lição número um Eu aprendi com meu pai Quem não sabe pra onde vai Não vai a lugar nenhum
Por ela mudei o rumo dos ventos Em muitos janeiros tremia de frio. Feito um louco mandava mensagens
Por ela mudei o rumo dos ventos Em muitos janeiros tremia de frio. Feito um louco mandava mensagens Em garrafas navegando pelos rios