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Frase de Luiz Marenco

Para o Meu consumo. Têm coisas que tem seu valor Avaliado em quilates, em cifras e fins E outras não têm o apreço Nem pagam o preço que valem pra mim Tenho uma velha saudade Que levo comigo por ser companheira E que aos olhos dos outros Parecem desgostos por ser tão caseira Não deixo as coisas que eu gosto Perdidas aos olhos de quem procurar Mas olho o mundo na volta Achando outra coisa que eu possa gostar Tenho amigos que o tempo Por ser indelével, jamais separou E ao mesmo tempo revejo As marcas de ausência que ele me deixou.. Carrego nas costas meu mundo E junto umas coisas que me fazem bem Fazendo da minha janela Imenso horizonte, como me convém Daz vozes dos outros eu levo a palavra Dos sonhos dos outros eu tiro a razão Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros Das tantas saudades eu guardo a paixão Sempre que eu quero, revejo meus dias E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo Mas deixo bem quietas as boas lembranças Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...

Luiz Marenco

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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No cartão de procedência Pouco importa onde nasci Busquei rumo e me perdi
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No cartão de procedência Pouco importa onde nasci Busquei rumo e me perdi Querência minha querência Desde então me chamo ausência Porque me apartei de ti Como um cavaleiro andante Das léguas que caminhava Sempre que me aproximava Dos sonhos correndo adiante Mas me sentia distante Daquilo que procurava