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Frase de Miriam Da Costa

*O meu pão e vício de cada dia Não sei nadar sem pescar folhas perfumadas de menta fresca nas ondas saborosas da minha Via Láctea... Não sei pular ondas sem pintar faíscas coloridas como os vagalumes na húmida penumbra dos campos floridos no meu Verão... Não sei cantar sem pronunciar o doce eco da cantiga serena da alma nas alturas silenciosas do meu Himalaya... Não sei escrever sem manchar as brancas folhas mortas com o batom vermelho da minha espada/caneta sanguinante... Não sei existir na veia da palavra sem ser o sangue da poesia... Não sei me escrever Poesia sem me ler Alma.

Miriam Da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Podemos ferir impiedosamente com as palavras e torturar cruelmente com o silêncio.

Anteontem me embriaguei de realidade e - frágil -
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Anteontem me embriaguei de realidade e - frágil - acordei para mim com uma forte ressaca ontem senti saudade de mim daquela ternura do meu olhar e daquela doçura do meu sonhar daquela minha coragem timida e daquela minha timidez corajosa daquela minha bondade inata e daquele meu querer acreditar no mundo daquela minha sensibilidade estupida e daquele meu chorar por tudo hoje depois da ressaca terrivel acordei de novo em mim naquele mim que agora acredita somente em mim.