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Frase de Lucio Medina

A riqueza do olhar Li uma história sobre a pobreza Uma história tão rica E de tal beleza Que encheram meus olhos de lagrima Fez-me perceber A riqueza de quem só reclama Com a pobreza de sua alma Quem pede tudo E só pra si A alegria de um bolo de fubá Que não é de aniversário Mas que pela pobre mãe com velas é adornado Para o seu parabéns cantar E a criança tão pura E com tal beleza Que não percebe a pobreza E se põe a cantar Para depois apagar as velhinhas De seu pedaço de bolo de aniversário Isso mesmo De seu PEDAÇO de bolo de fubá de aniversário Somente aquele pedaço Seu pai pode comprar E em um boteco celebram um ritual De mais um ano ver passar A ternura no rosto da mãe Parece à Deus implorar Por uma vida melhor para sua filha A vida que ela ainda não pode dar

Lucio Medina

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Pensador.com

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De novo E aqui estou eu De novo
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De novo E aqui estou eu De novo Lutando comigo De novo Talvez se eu tivesse dinheiro, eu sumisse De novo Mas não voltaria De novo O ciúme me corroe De novo Meus pensamentos me traem De novo Só que dessa vez eu não senti o seu cheiro Mas o coração aperta De novo Mas eu estou forte, inflexível... Completamente variável... Eu estou apaixonado De novo

Mar Mar Misterioso e sombrio, mar
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Mar Mar Misterioso e sombrio, mar Me abra seus caminhos, mar Deixa eu nadar contigo, mar Pra essa lenda eu eternizar Me conte da Runas e dos seus mistérios Do povo do norte , da morte, dos ventos Mar, me ensina a amar... Me fale daquela que há muito me espera Qual será seu nome e o perfume dela Mar, me ensina a amar... E mesmo que um dia Eu tenha que te cruzar Pro meu caminho encontrar e minha historia estrelar Espero que vá comigo Aonde quer que eu vá Me ensine e seja meu amigo Me ajude a me encontrar... E encontrar a paz...

O guardião da madrugada A noite com seu ardor Me envolve e me enlaça
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O guardião da madrugada A noite com seu ardor Me envolve e me enlaça O que será que nela tem Que no dia me falta Será a lua O vento docê Ou a sombra do nada Que pouco a pouco me faz Um guardião da madrugada? Vagando rumo a lugar algum Como um lobo uivante na noite estrelada Seguindo um rastro Sem cheiro, odor nenhum Seguindo os passos da madrugada E ao nascer o sol Recolher-me-ei Como uma criatura congelada Deitar-me-ei e adormecerei Aguardando uma nova madrugada