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Frase de Lívia Samara

Feliz é quem ama tudo,não amando nada Acho que todos admiram as mesmas coisas: a sinceridade,bom senso de humor,personalidade forte, caráter. A sinceridade é uma grande qualidade,peço desculpas,mas sinceramente,eu não disse nenhuma mentira,certo? Era pra estar sempre de bom humor dentre as aparências sérias. Era pra gostar tudo,e nunca gostar de nada. Eu odeio minhas unhas ruídas. Odeio o formato e a cor das minhas mãos. Eu odeio o barulho de cidade grande. De carros em final de festa. Odeio as conversas de vizinhas,sentadas nas cadeiras velha em frente de casa. Eu odeio arroz com cebola,embora eu gosto de cebola em saladas. Eu odeio minha barriga. Eu odeio chá preto, nunca provei nada mais amargo! Eu odeio tomar banho cedinho. Eu odeio sandálias e roupas coladas. Eu odeio dormir tarde,embora eu não consiga dormir cedo. Eu odeio tanta coisa, que seria indispensável pra mim deixa de mencionar. Mas eu amo ouvir as radiolas antigas das vizinhas tocar no quintal,fazendo qualquer música se tornar antiga. Eu amo dormir com lençol fino,porque nunca ficam quentes. Eu amo as nuvens com formato de coelhos e girafas. E amo sentar no lado da janela dentro do ônibus. Eu amo a comida simples da vovó feita há anos que nunca perdeu o gosto. Amo música de viola, música humilde... Amo tapioca, e ainda mais quando me vendem quatro por apenas 2,00 reais. Pra fazer a festa. Pra encher barriga, pra poder oferecer...

Lívia Samara

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Lívia Samara

Pra não esquecer. Não é tarde demais, esperar um tempo tão curto quanto algum. Mas eu sentarei bem aqui, nesta terça-feira de marés. Aqui, eu sei que o resto não pode me importar. Ainda assim um desses sorrisos velhos me importa. Paciência, não pode ser em vão.
25 de julho, dos poetas. Poetas não enlouquecem. Nunca foram normais. Não falo com próprias palavras, não tenho tanto estudo assim... Sem leitura, nem intimidade. Era o ultimo.
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25 de julho, dos poetas. Poetas não enlouquecem. Nunca foram normais. Não falo com próprias palavras, não tenho tanto estudo assim... Sem leitura, nem intimidade. Era o ultimo. Não, não disse só isso... Queira ou não queira, escreveria na próxima manhã. Dando cores nas janelas, e ventos nas portas. Deixe-me ter o prazer de conhecer suas profundas economias de criações.