Ah, se você soubesse meu bem.
Não há algum outro assim... Não posso segurar.
De tão comprido seja esse meu amor.
Ou leve, bem de leve esse meu carinho.
Pois não seria céptico o suficiente pra me renegares.
Pois bem, meu bem... Eu sei que tu tens caminhado entre folhas e capins. Olha-me devagar. Deixando eu te olhar... Espero-te aqui, na calçada. No vagão. No asfalto. Nesse coração.
E leva. Leva esse teu canto escuro, com gosto de ser. E leva.
Requentando a sopa, o café, o chá preto e seu, o céu.
Recomeçando do zero os pontos quebrados, reconhecendo os rostos, os pecados e os teus encantos.
Casos encerrados. Quebra a cabeça desta vez.
Algumas tardes de embriaguez.
Dizem que a bebida é a lucidez de espírito desequilibrado. E eu confesso que acredito.
Por que aqui, num desses cantos quaisquer, ele mostrava amor onde ninguém via. Onde nunca disse. Onde nunca sentia.
Péssimo remédio pra gente mal amada, não é?!
Disso.
Se os teus pequenos olhos tivesse o mesmo brilho que os meus, meu bem... Criaria um desses mundos onde todas as cores, longe do mais, chorariam.
Cortando sorrisos apertados, mais ainda, entre essas brechas que tanto te causa apreço.
Não perca os anos. Os sonhos. A esperança, não perca não.
Desembaraços.
Não substitua seu nome próprio, meu bem.
Uma pessoa, uma cidade... um Deus. Tudo pela sua qualidade ou por uma perífrase de alguns atributos.
Príncipe poeta, camaleão de 7 cores.
25 de julho, dos poetas.
Poetas não enlouquecem. Nunca foram normais.
Não falo com próprias palavras, não tenho tanto estudo assim... Sem leitura, nem intimidade. Era o ultimo.
Não, não disse só isso... Queira ou não queira, escreveria na próxima manhã. Dando cores nas janelas, e ventos nas portas.
Deixe-me ter o prazer de conhecer suas profundas economias de criações.
Raios de luz não decomposta.
Essa parte separada de um todo, fragmentos de uma extensão, um trecho seu.
Mulher bonita, de formas provocantes.
Bem se sabe que tu cabes em uma destas bocas.
Certa quantidade.
Fazer conhecer.
Tornar claro.
Talvez agora eu seja feliz.
Pode ser por muito pouco tempo.
Esse teu perfume de flores, os jasmins apareceram assim.
Hoje são amarelas, vermelhas ou brancas.
O branco e o azul eram suas cores prediletas.
Mulher entre linhas escritas.
Diz-se, do leite á cor da neve.