Pular para o conteúdo

Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL

31 de outubro, DIA DO POETA VIRTUAL... e nascimento do poeta maior Carlos Drummond de Andrade. Saudações! O VERBO POETA (soneto) Sem metáforas, conjuga-se, o amor Na oração tudo há, perfeito infinito Varia nas flexões, e nunca restrito Na alma, no olhar, soma esplendor Das conjunções, és o verbo bonito Nas ordenações, é a junção maior Regulares e irregulares, num alvor O poeta, então, grifa o seu escrito Se a favor, ledices, também há dor Do verbo amar, o poeta não é finito Vai além da "sofrência", e do ardor De qual verbo então é o poeta? Dito: É o do sonhador. Pois neste condutor Sabe cantar: quimeras com espírito... Luciano Spagnol Cerrado goiano

Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL

SONETO NA MADRUGADA No cerrado, numa certa madrugada Sem saber se parava ou caminhava
Continuar lendo

SONETO NA MADRUGADA No cerrado, numa certa madrugada Sem saber se parava ou caminhava Se me desiludia ou se me encantava Só sabia que a quimera estava calada Aí, a aflição que a saudade recordava Num céu desmarcado e de mão dada Com a solidão, ali tinha hora marcada E o silêncio então, comigo devaneava Ouvi o vento na janela dando pancada Ansiando entrar, e então, assim ficava Repetindo num bate e bate a chamada E a madrugada que o sono desprezava Grafava dor, aperto, lágrima derramada Num soneto, no qual, só suspiro coava © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2017, 17/05, 04'35" Cerrado goiano

AGORA o cerrado tornou-se anuário um conflito de cada vez
Continuar lendo

AGORA o cerrado tornou-se anuário um conflito de cada vez um desvario diário e no calendário, vário, era o mês foi então que o tempo eu vi num número, na saudade uma dor, que na dor eu senti cada sabor, amor, tudo banalidade pois, o hoje é aqui... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado Setembro de 2017 Cerrado goiano

LOMBEIRA (soneto) Tardes do cerrado goiano, lombeira Tão ressequidas, de tão árida vida
Continuar lendo

LOMBEIRA (soneto) Tardes do cerrado goiano, lombeira Tão ressequidas, de tão árida vida Tardes com a sua lentidão parida De melancolia à sombra da lobeira Horas benditas, de demora dormida Que nas horas se faz hora terceira Tardes de silêncio, tarde feiticeira Languidez na languidez desmedida Olhos serrados, sonho sem fronteira Tarde muda, do tempo, hora vencida Na imensidão bem além da porteira E nesta doce pureza a tarde caída Que poisa hora serena, por inteira As tardes, tecendo hora perdida... Luciano Spagnol Poeta do cerrado Janeiro de 2017 Cerrado goiano

FOLHAS SECAS (soneto) As saudades das lembranças não feitas Acorrentadas no passado e não dadas
Continuar lendo

FOLHAS SECAS (soneto) As saudades das lembranças não feitas Acorrentadas no passado e não dadas Perdidas, sonhadas e até tão desejadas Assim, para a indagação, são estreitas E no como seria, são apenas fachadas Tal como viscosas felicidades suspeitas De possível outro rumo, e boas receitas Na ilusão do tempo, por suas chegadas O ser humano e suas incríveis emoções No ter e querer um prumo de intenções Quando o amor é espera em movimento Encanta-me a ação da vida, as razões As utópicas e inúteis e frágeis aflições Todas, folhas secas, levadas ao vento... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2017, julho Cerrado goiano