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Frase de Simone Resende

Desculpa minha elegância! Minha composição não é "química" de laboratório, me comprometo mais com a "gramática" real da linguística... Tenho nas veias uma doença "crônica", adoro fazer lirismo com os meus assuntos cotidianos. Tenho versos e poesias diagnosticados como tosse aguda, cuspo sempre sons de sonetos pelos vácuos da humanidade. Sou doida, com quadro clínico em sandices literárias e ainda moro na lua, quando tenho tempo de escrever meus triviais argumentos que não têm fim, portanto, perde tempo em tentar discutir comigo. As dosagens dos remédios são diárias em injeções de bipolaridade do amor, uma opção minha, melhor que viver de injeções de amargura e insensibilidade. É... Eu sou bipolar inflexível na "arte" de amar, amar o próximo, o próximo da fila do banco, o próximo que gosta de animais, o próximo a ler um bom livro, o próximo que é fã nato de Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Guimarães Rosa e entre tantos renomados e ou assistir uma boa série de terror, de amor, os próximos dos próximos e mais os próximos estão na minha lista diária de amor... Sou de outro tempo... Talvez eu fui para Pasárgada e me recusei voltar, será? Talvez ainda esteja pendurada na lua desde a última visita... Talvez alguém desvende os mistérios que fazem clareza nos meus dias e noites de estações tipicamente inconstantes e necessárias às minhas oscilações e contradições, esse jeito autêntico que grita no meu silêncio e desatina enxaqueca quando não me ponho a declamar...

Simone Resende

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se o tempo está pálido, temos de, fazer corar a face da linha que liga, os pontos de equilíbrio da natureza, só assim, vai valer nossos risos fáceis e nossas alegrias soltas por aí! Pegue um pincel e lambuze as extremidades opacas, os cantos abandonados em preto e branco e deixe…
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Se o tempo está pálido, temos de, fazer corar a face da linha que liga, os pontos de equilíbrio da natureza, só assim, vai valer nossos risos fáceis e nossas alegrias soltas por aí! Pegue um pincel e lambuze as extremidades opacas, os cantos abandonados em preto e branco e deixe o centro dessa pintura coberto por cores criadas a base de tinta que mesmo fresca, não sai por qualquer borrão!