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Frases de Simone Resende

206 frases

A mentira carrega um peso tão grande e avassalador que, por nome, já arrasta a IRA.
Um poema que caiba em mim e eu, nele... Uma canção que “de(cifra)” em mim e eu, nela... Um vento que me leva daqui e eu, brisa!
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Um poema que caiba em mim e eu, nele... Uma canção que “de(cifra)” em mim e eu, nela... Um vento que me leva daqui e eu, brisa! O sol que brilha em mim e eu, girassol! O inverno que esfria meus pés e eu, “hibernando outono”! O verão queimando em mim e eu, “primaverando”, em você, no mundo, nos encontros e encaixes!

Tinha em si, todas as cores e todas as lãs que, customizavam uma espécie de inverno e tricotava dúzias e dúzias de amor por dia. Fazia nas costuras, apliques com flores para perfumar ainda mais à liberdade da primavera. Com agulha e linha, atravessava um novelo e pulava no verã…
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Tinha em si, todas as cores e todas as lãs que, customizavam uma espécie de inverno e tricotava dúzias e dúzias de amor por dia. Fazia nas costuras, apliques com flores para perfumar ainda mais à liberdade da primavera. Com agulha e linha, atravessava um novelo e pulava no verão dos outonos e quando se sentia cansada, estendia à colcha de retalhos e fazia piquenique com as sobras e remendos... Era toda remendada, mas tinha uma alegria bonita de singelos contrastes e estampas que, furtavam só sentimentos bonitos, esses que, de tão bonitos, dá vontade guardar numa caixinha, pra não se perder...

E quando o mundo me diz, espera, eu logo respondo: -Esperar o quê? Eu tenho pouco tempo, até que a passagem dessa alegria, se faça outono e então hiberne, e eu preciso esperar...
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E quando o mundo me diz, espera, eu logo respondo: -Esperar o quê? Eu tenho pouco tempo, até que a passagem dessa alegria, se faça outono e então hiberne, e eu preciso esperar... Agora é hora de aproveitar as insanidades sadias!

Mesmo não criando muitas expectativas, a gente sofre e não deixa banalizado o sentimento criado, contraído com o tempo curto ou não, de convivências insossas ou temperadas. O interessante é: A gente cria sempre uma versão nova de bons afetos e uma chance para boas pessoas entra…
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Mesmo não criando muitas expectativas, a gente sofre e não deixa banalizado o sentimento criado, contraído com o tempo curto ou não, de convivências insossas ou temperadas. O interessante é: A gente cria sempre uma versão nova de bons afetos e uma chance para boas pessoas entrarem, ainda e mesmo que, elas sempre saiam, escorregando devagar e ou nas suas próprias neuroses.

O dia convida para encher os lençóis... O sol, que não veio, está caindo às pálpebras de sono... Tem cheiro de lavanda nos travesseiros e de chá de alecrim pela casa, a cama está desfeita da noite.
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O dia convida para encher os lençóis... O sol, que não veio, está caindo às pálpebras de sono... Tem cheiro de lavanda nos travesseiros e de chá de alecrim pela casa, a cama está desfeita da noite. Da janela, vejo os pingos que gotejam do céu... As vidraças embaçadas de água e gotas que formam desenhos no reflexo dos meus olhos. O dia acordou preguiçoso, mas com pássaros cantando e vento trombando ecos nas curvas e no fim da montanha que, encontra-se junto às palmeiras que longe, fazem balé com às folhas verdes e eriçadas, alegria por mais um dia de vida! Alegria...

Se o tempo está pálido, temos de, fazer corar a face da linha que liga, os pontos de equilíbrio da natureza, só assim, vai valer nossos risos fáceis e nossas alegrias soltas por aí! Pegue um pincel e lambuze as extremidades opacas, os cantos abandonados em preto e branco e deixe…
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Se o tempo está pálido, temos de, fazer corar a face da linha que liga, os pontos de equilíbrio da natureza, só assim, vai valer nossos risos fáceis e nossas alegrias soltas por aí! Pegue um pincel e lambuze as extremidades opacas, os cantos abandonados em preto e branco e deixe o centro dessa pintura coberto por cores criadas a base de tinta que mesmo fresca, não sai por qualquer borrão!

Têm dias... Só o VER com olhos que, descansa o coração... Não basta saber notícias, não basta ouvir a voz, não basta mensagens e não basta nada que não seja olhar e sorrir no silêncio, sem palavras...
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Têm dias... Só o VER com olhos que, descansa o coração... Não basta saber notícias, não basta ouvir a voz, não basta mensagens e não basta nada que não seja olhar e sorrir no silêncio, sem palavras... Apenas coração e admiração, apenas a respiração, apenas gestos que dizem mais que palavras e um carinho mais que qualquer abraço, quando os braços não podem se entrelaçarem!

Preguiça dessa gente que, gosta de mostrar o que não é, viver o que não tem e se misturar no meio dos outros que não fazem questão em tê-los. Preguiça, em presenciar a força ridícula em sustentar amigos, mendigar palavras e pessoas... Preguiça dessas faces brancas, mergulhadas…
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Preguiça dessa gente que, gosta de mostrar o que não é, viver o que não tem e se misturar no meio dos outros que não fazem questão em tê-los. Preguiça, em presenciar a força ridícula em sustentar amigos, mendigar palavras e pessoas... Preguiça dessas faces brancas, mergulhadas no blush, escondendo os desatinos que gritam pelos basculantes dos banheiros de rodoviária... Preguiça de escutar absurdos em preto e branco, dos vômitos exauridos pela peleja em ser alguém tão clichê! Preguiçoso mesmo -imagino- ter esse hábito desprezível em ser o modelo de si mesmo, sem retoques, um esboço, esboçado!

Trago algumas tintas para colorir os sonhos que temem a volúpia do meu pincel... Trago lápis de desenho caso os meus esboços, se tornem artísticos... Tenho um sarcasmo inofensivo, mas, tem uma certa indelicadeza minha quando, faço morada em caixas de lápis de cor dos outros, só…
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Trago algumas tintas para colorir os sonhos que temem a volúpia do meu pincel... Trago lápis de desenho caso os meus esboços, se tornem artísticos... Tenho um sarcasmo inofensivo, mas, tem uma certa indelicadeza minha quando, faço morada em caixas de lápis de cor dos outros, só pra colecionar cores diferentes e depois sair afoita espargindo aquarelas, na amargura de quem não se doa a um sorriso ao menos, por dia... Mas é uma indelicadeza colorida, entende, boa?!

Abrir os olhos ao acordar é o primeiro abraço do dia... Os olhos cumprimentam o lugar, alinham os desenhos e fazem fotografias com as primeiras coisas e pessoas que enxergamos... Mas no decorrer do dia, temos o dever de abraçar as nossas eventualidades e nossas levezas, criando…
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Abrir os olhos ao acordar é o primeiro abraço do dia... Os olhos cumprimentam o lugar, alinham os desenhos e fazem fotografias com as primeiras coisas e pessoas que enxergamos... Mas no decorrer do dia, temos o dever de abraçar as nossas eventualidades e nossas levezas, criando assim alianças com o que nos envolve, respeitando assim os seres, as coisas e o que tiver de vir. O dia sempre começa depois de um sorriso... Sorria, mesmo entre lágrimas, a tempestade dos olhos tende a nos submergir nos enredos que nos avaliam dia e noite e que seja sempre dia no contexto de mais uma página de vida, vida de buscas, encontros e vitórias!