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Frase de Maria da Penha Boina

Ócio Sempre foi vigilante para o ócio Para fazer o que bem queria Ficar com a sua amada todo o dia Viajar e viajar. Grandes são os prazeres inicialmente Com o tempo um repente O ócio passa a incomodar Todos os dias tudo sempre igual Sem trabalho para realizar Com pouca habilidade para criar. As mesmas anedotas Os mesmos diálogos O senso comum Discutindo novelas Futebol e pouca aquarela A mesmice de fartar. O dinheiro ficando escasso A vida passando ao acaso Um enjoo de matar.

Maria da Penha Boina

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Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas
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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.