Frase de Janet Zimmermann
MINHAS PEDRINHAS DE JOÃO E MARIA Telhas d’água cobrem casas copas, vagas, matas. Dos poucos vãos que restam, réstias beijam testas. E, no palheiro da imensidade, continuo a procura do pássaro perdido. Perco-me como já perdi o chão tantas vezes. Mas ouso adiante ir, porque é busca de uma vida... As margaridas silvestres da beira da esteira, semeei-as para marcar o caminho da volta. Talvez eu retorne pelo cheiro do ouro vivo, talvez pelo brilho das estrelas rasteiras.
No pensador.ai desde