Frase de Frederico Amitrano
E lá se vai o último e cabível trago No estômago cheio de um homem vazio Que chora o que bebe porque bebe o que chora Então vai- se embora nas águas de um rio E ginga com o vento Tropeça na sombra E o mundo se assombra Com sua ousadia E vira poeta Faz alegorias Sambando na rua Soluça poesias E driblando a sorte Atravessa a avenida E morre com o samba Que então ganha vida E lá se vai, e lá se vai O último e cabível bêbado Num copo cheio de um ar sombrio Que chora o que bebe porque bebe o que chora Então vai- se embora sem choro, vazio
No pensador.ai desde