Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
A HORA Morrer, Senhor, de súbito, eu quero! Morrer, como quem vai em sua glória Despedir-se do mundo em ato mero De repente! Na bagagem só memória Morrer sem saber, estou sendo sincero Rogo, por assim ser, a minha tal hora Morrer simples, sem qualquer exagero Onde o olhar de Deus a minha vitória Morrer, sem precisar ser feito severo Das estórias que fique boa história Fulminando sem lágrimas e lero lero Assim espero, digno desta rogatória Morrer fruto do merecimento vero De ser ligeiro, cerrando a trajetória © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2017, junho Cerrado goiano Paráfrase Augusto Frederico Schmidt
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde