Frase de JOANA DE OVIEDO
Música silente Postas mãos... brancas, taciturnas, alvas feito Jasmim na primavera... Noturnas! Nenhum toque de gaita, à boca se desenhou. Era o fim... Porque a canção se cansou. Nenhum sopro... Nem tom. Borboletas azuis pousam na tela, voando dos pincéis, outrora em suas mãos, e agora, voam pelos ares em procissão... Tudo silente, emudeceu A canção se cansou e dentro da gaita se recolheu.
No pensador.ai desde