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Frase de Jaak Bosmans

A Páscoa -De Ostera ao Chocolate- Em símbolos do equinócio é a primavera Comemorada em passagem, Quando cantam os pássaros e brotam árvores. Renovação Pechad – Paskla -Pache- Ostera tem nas mãos o Ovo Cósmico da vida, Enquanto persegue em olhar de deusa Aquele coelho inocente que permanece símbolo Fertilidade Ostera- Persephene-Ceres- Anjos passam em matança dos primogênitos, Por ordem Divina -pelo relato Mosaico - Numa libertação entre o sagrado e o profano. Êxodo !!! “Judiados “pelo Egito permanecem em fugas, Por lugares onde mares já não se fecham sobre exércitos Enquanto aguardam e comemoram. Pesah - Matsah – Maror Seder Ovos coloridos de interiores infecundos Aparências do nosso mundo real. Sorrisos, presentes e dívidas. Comércio Ainda que chocolates se fundam em valores Maias e Astecas Não há como o da a água da vida, o fogo novo, o pão e o vinho, Como passagem da morte para a vida! Ressurreição. Assim se faz em Páscoa o verdadeiro descanso dos anjos Que desconhecem festas de ovos, chocolates e coelhos. Escute! ELE ainda está dizendo “FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM” Jaak Bosmans 10-04-09

Jaak Bosmans

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Pensador.com

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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos
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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos Persegui-te em saltos mortais nas alturas dos trapézios Contorci-me a caber-me inteiro em teu irrevelável interior Pouca luz, rufar dos tambores, avisam silêncio e suspense Lâmina afiada separou-te em metades que se refizeram em meu inteiro Equilibrei-me com vendas e guarda sol em cordas bambas e monociclos Palhacei-me para os sorrisos ingênuos e puros na criança de todos nós. Expelido entre fumaça saí em tua direção como homem bala sem sabor Caindo sempre em redes tecidas por pescadores de sereias e sonhos Corri ainda no picadeiro de tantas agonias e pesadelos. Onde me equilibrei em cavalgadas aladas entre estrelas e satélites. Em veloz e ruidoso show, repeti sempre o mesmo trajeto Onde a vida só existe como espetáculo, no mesmo globo da morte. Conquistei-te pela mágica do desfilar dos finos lenços multicores Que lançados aos céus, se transformaram em suave e alva paz. Na apertada malha de tantos brilhos esperou-me o cume da pirâmide Onde pousei sob o olhar da tua bela e misteriosa esfinge. Fiz bailar com doçura os elefantes do teu amargo passado E como último e anunciado impossível de todo o espetáculo Enfrentei a fera indomável da tua beleza selvagem Com o requinte que me fez domar-te com carícias e sussurros. Jaak Bosmans