Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
AFORA DA JANELA Plumas de nuvens no céu profundo De Brasília, alvos lençóis esvoaçantes Se desfazem num piscar do segundo Ao sopro dos áridos ventos uivantes Ali, acolá, riscando devaneio facundo Na imaginação, e sempre inconstantes Vão e vem tal desocupado vagabundo Ilustrando o azul do céu por instantes Em bailados leves e soltos, voejando Na imensidão do horizonte em bando Vão em poesia na sua versátil romaria E num ato divino, faz-se o encanto Tal como flâmulas por todo o canto Tremulando no cerrado com euforia © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2017, julho Brasília
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
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