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Frase de Miriam Da Costa

Hoje acordei com vontade de pegar o meu barco e navegar... Chegando na praia lembrei que eu só tenho um barquinho de papel... Peguei a minha caneta e começei a remar no meu batel... E fui singrando as águas do que mora em mim marés de memórias ventos de saudades maresia de inspiração sem fim... Cada verso uma onda cada pausa um farol e o sol se fez verso no meu papel batel... Remando com a caneta furei as veias do papel meu barquinho sangrava versos mas seguia ( teimoso) no vendaval das entranhas... Não era mar era voragem não era água era o meu lirismo aflorado... E mesmo assim fiz da luta o leme das cicatrizes o casco e avancei porque naufragar também é escrever... E quando enfim meu barquinho afundou no silêncio mais profundo de mim descobri não era o fim era o começo do poema que eu suei para existir... @MiriamDaCosta

Miriam Da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Podemos ferir impiedosamente com as palavras e torturar cruelmente com o silêncio.

Anteontem me embriaguei de realidade e - frágil -
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Anteontem me embriaguei de realidade e - frágil - acordei para mim com uma forte ressaca ontem senti saudade de mim daquela ternura do meu olhar e daquela doçura do meu sonhar daquela minha coragem timida e daquela minha timidez corajosa daquela minha bondade inata e daquele meu querer acreditar no mundo daquela minha sensibilidade estupida e daquele meu chorar por tudo hoje depois da ressaca terrivel acordei de novo em mim naquele mim que agora acredita somente em mim.