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Frase de Paula Sophia Avila

A perfídia oculta Na displicência impressa Em teu silêncio O prazer obtuso Que obténs De meu desvelo A graça indelével Marcada a fogo Nesse desprezo Que cresce em meu peito Fazendo-se torrente Onde naufraga O que antes crescia No mais absoluto segredo O tudo que se fez do nada O nada que fazes do tudo Abrem a porta Te dão passagem E sacodem às tuas costas O tapete Para mais tarde quem sabe Outro viajante possa Aportar na ilha em que De ti me degredo...

Paula Sophia Avila

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Paula Sophia Avila

Sinto perdida sob o sol Uma falta louca Da falta imensa
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Sinto perdida sob o sol Uma falta louca Da falta imensa Que de mim sentias Ao mirar sozinha O triste sorriso da lua....

SOS Prezados amigos.... meus diletos e muito queridos...
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SOS Prezados amigos.... meus diletos e muito queridos... a duras penas consegui achar um meio De enviar este apelo... Sei que causa espanto meu sumiço mas tem seu porquê, tem sua razão... Acontece que vinha distraída, lambendo as feridas do meu coração quando uma dona mui catita veio pedir informação... Eu não sabia, coitadinha, que a tal moça tão catita, tinha séria intenção de acorrentar-me eternamente De me jogar numa prisão!!! Meus amigos, ora vejam Eu lambia as chagas de meu coração E não vi diante de mim o perigo Não percebi a intenção E acabei em seus braços Chorando de soluçar E ali naquele aconchego Esvaziei do meu peito O motivo do meu penar E nesse aconchego manso Acabei por cochilar Quando dei por mim Vi o perigo que esteve a me rondar... As paredes que me cercaram Foram feitas da luz do luar As grades que me aprisionam Foram todas forjadas No amor e no se deixar amar... Quando vi estava presa Não sabia como escapar... Que desgraça se abatia Em minha vida que era de eterno vagar O farol que luzidia Nos olhos da tal catita Acabaram por me guiar Pra cadeia onde da terra brota abundante O que vem meu corpo alimentar Condenada! Oh que situação! A comer fruta no pé E a batata que brota no meu chão.... O leite não é industrializado É tirado bem cedinho Com todo carinho e cuidado... O silêncio nunca é quebrado Exceto quando ao jantar Se toca um jazz bem tocado... Neste lugar, eu repito A tal catita me prendeu... Irias querer resgate??? Então.... Muito menos eu!!!

Paradoxo Antítese insondável Velha amiga
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Paradoxo Antítese insondável Velha amiga Sempre notável Esgueirando-se por cada fresta Esparrama-se no chão Recobre as paredes Transpõe o intransponível Permeia o impenetrável Preenche os espaços Com teu vazio Em inaudito eco Ribomba o grito Sempre ensurdecedor Fugaz parceira do amor Acorrenta-me em liberdade Preenche com o vazio Me afaga com a dor Faze-te vista nas sombras Faze-te ouvir no silêncio Faz-me companhia na solidão E antes de meus joelhos Tocarem o chão Leva contigo A presença constante Da ausência pedante Que enquanto se espalha Cortante como navalha A derramar do que sinto Cada paradoxo que me prende Na liberdade que me invade Enquanto me entrego às correntes Sem receio… E minha alma Outrora só ousadia Libera por entre meus lábios Um suspiro Que chama calado Teu nome Sempre que vê Que renasce o dia...

" A verdade tem muitas caras, depende de quem a vai avaliar... Mas, enquanto no meu mundo for EU quem vai determinar o que é a verdade, ela será imutável! E minha verdade mais absoluta e imutável, é que sou afortunada,
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" A verdade tem muitas caras, depende de quem a vai avaliar... Mas, enquanto no meu mundo for EU quem vai determinar o que é a verdade, ela será imutável! E minha verdade mais absoluta e imutável, é que sou afortunada, por trazer em mim tantas partes diferentes de pessoas presentes ou ausentes, mas que fizeram de mim, exatamente quem sou! "