Frase de Paula Sophia Avila
Paradoxo Antítese insondável Velha amiga Sempre notável Esgueirando-se por cada fresta Esparrama-se no chão Recobre as paredes Transpõe o intransponível Permeia o impenetrável Preenche os espaços Com teu vazio Em inaudito eco Ribomba o grito Sempre ensurdecedor Fugaz parceira do amor Acorrenta-me em liberdade Preenche com o vazio Me afaga com a dor Faze-te vista nas sombras Faze-te ouvir no silêncio Faz-me companhia na solidão E antes de meus joelhos Tocarem o chão Leva contigo A presença constante Da ausência pedante Que enquanto se espalha Cortante como navalha A derramar do que sinto Cada paradoxo que me prende Na liberdade que me invade Enquanto me entrego às correntes Sem receio… E minha alma Outrora só ousadia Libera por entre meus lábios Um suspiro Que chama calado Teu nome Sempre que vê Que renasce o dia...
No pensador.ai desde