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Frase de Bruno Felix

Poema não é pinto: Quer escrever bem? Escreve menos. Faz poema pequeno. Precisa mesmo é saber Usar as ferramentas E passar todo sentimento. O resto fica pra quem quer estudar literatura Aquele bando de tarados.

Bruno Felix

No pensador.ai desde

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Pensador.com

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Outras frases de Bruno Felix

É urgente olhar para o céu Com a inocência de um animal Negligenciar os saberes astronômicos
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É urgente olhar para o céu Com a inocência de um animal Negligenciar os saberes astronômicos E medir as estrelas apenas Com nossos olhos Tão pequenas Em nosso enfoque É preciso Pensar na lua sem compreendê-la E reaprender aquela Admiração natural Deixar de lado o conhecimento É urgente olhar para cima Com nossos olhos de bicho Para depois olharmo-nos De frente Dentro dos olhos Com o sentimento puro De imensidões de almas Que se sabem em corpos Tão pequenos Feito as estrelas no céu

"Mas a dor e o sofrimento são inevitáveis na vida, Antônio. No parto há dor. Quando os dentes de um bebê rompem a gengiva, há dor. Quando somos impedidos de realizar algo para força maior, encaramos o sofrimento. Um dia sofremos de amor, em outro, sofremos a perda de pessoas quer…
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"Mas a dor e o sofrimento são inevitáveis na vida, Antônio. No parto há dor. Quando os dentes de um bebê rompem a gengiva, há dor. Quando somos impedidos de realizar algo para força maior, encaramos o sofrimento. Um dia sofremos de amor, em outro, sofremos a perda de pessoas queridas. Dor e sofrimento fazem parte da vida, e o segredo está em como você consegue lidar com isso. Quer saber de uma coisa? São nos momentos de sofrimento que as pessoas mais se aproximam uma das outras. Não seria essa uma utilidade à nossa existência?" Trecho do livro "A Menina e o Equilibrista"

Quem vai quebrar o silêncio Quando nosso peito calado pela distância Sentir que há tempos já não tem voz?
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Quem vai quebrar o silêncio Quando nosso peito calado pela distância Sentir que há tempos já não tem voz? Qual de nós dará o primeiro passo Em uma corrida rumo ao abraço Com braços atados por tantos nós? Após a tempestade e alguma deriva Será apenas o rancor quem flutua? Ou será que a tua pele Ainda navega tão viva Procurando a minha carne Qual a minha busca a tua? Quem vai quebrar o silêncio Quando nossa voz tingir-se de rouca E o brilho dos olhos de escuridão? Talvez os corpos falem sozinhos E cada um quebre o próprio silêncio Fazendo das tripas alguma canção.