Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
ASPEREZA DO CERRADO Ai a aspereza do cerrado Não a entende ninguém É sublime o céu encarnado E são encantados também Traz na secura do teu ar O empoeirado vai e vem Do vento nas folhas a chorar E as estrelas no céu além São versos ao poeta poetar Que nunca será um porém São feiticeiras noites de luar Que ao olhar nos faz tão bem Só quem embala na emoção Entende a alma que aqui tem Está matuta e rude vegetação De flores, e trovadores também Ai a aspereza do meu cerrado Que nunca nos trata como refém Chão que chora o amor e o amado Na viola que do cancioneiro provém Ai a aspereza do tortuoso cerrado Impregnado aos que aqui vivem... E aos poetas também! © Luciano Spagnol poeta do cerrado Cerrado goiano
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde