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Frase de Maria Lu T S Nishimura

Uns milhões na minha mão I Cansada de ver a rua adormecida Dos trapos ali, escondendo gente! Idealizei nas entranhas da razão, Para este problema uma solução! Estas cápsulas fez logo inspiração: Imaginem um grande espaço vazio... Faça logo este tipo de acomodação Para que durma longe do triste frio, Um grande refeitório com comida, Tipo do Bom Prato é muito bom Os banheiros com chuveiro coletivo, A lavanderia também neste conceito! O refeitório serve para por neles razão: Palestra, oficina, orientação pra crescer! II Isso parece coisa de poetisa que sonha, Mas, se não houver ampliação do conceito Este país pode ter milhões de: -Eu quero! Isso tudo vira nada e o tudo vira passado! É preciso mudar o conceito, a forma Porque do jeito que está, tudo deforma Parem de empurrar com o egoísmo Alimentando maldito paternalismo! Coloquem a vergonha pra funcionar Chegam de patinar na lama de falar E não fazer nada pra mudar de vez! Necessitamos de políticas públicas Eficientes, urgentes e concretas, Não adianta só mostrar e sonhar! III Quando se constrói ou se reforma Nós sabemos fazer orçamento Daí, vem os bilhões para as casas Do projeto: Minha casa minha vida! Amplia o conceito da egoísta casa, O individual é só o espaço onde dormir O restante pode ser coletiva disciplina, Discipline o povo e não sofrerão! O Brasil só fica a patinar! Já tenho mais idade desde o dia que nasci! E não vi nada mudar! Põe aí uns milhões na minha mão Que aquele problema dos desabrigados Tiro de letra, resolvo ele pra Nação!

Maria Lu T S Nishimura

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Pensador.com

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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim!
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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim! Me molha, me toca e faz um carinho assim! Água de espuma feito cerveja refresca a goela de quem tem calor! Sem água na fonte seca o horizonte, seca a goela, seca também o amor! Ôoooh! O que interessa é que não há pressa pra que quem já se refrescou, Mas, pra quem tá penúria há muita angústia, há muito suor! Então... desloca do canto onde esconde seu pranto e corre pra água lavar! Olha... que a vida é curta, curta bastante o que for! Se for suor, que seja de amor!

Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer!
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Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer! Vou por aí... sem saber se tenho motivo para amar, se seu coração é uma pedra... insensível feito gelo... mais eu quero, te espero aqui e em qualquer lugar! Não se engane de mim, pois, amanhã vou te esquecer e não vai adiantar se ao acaso descobrir um jeito... de me amar! Não vai adiantar... nem quero saber de seu jeito egoísta de ser! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz! Vá por aí, chorar como eu chorei vá esperar um sorriso de mim, vá procurar meu amor e não vai mais encontrar! Me cansei! Já basta de ti! sobrevivo e sobrevivi rasgando o meu coração... agora é a sua vez! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz!

Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá!
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Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá! Dá um passo pra frente, um passo pro lado e volta pra traz! Gira seu corpo, levanta seus braços me dê um abraço e volta pra lá! Hoje eu quero um balanço legal rebola direito ou do seu jeito não importa, não vou reclamar... eu só quero que se divirta afinal! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! O abraço gostoso tem cheiro de amor tem o poder inconfundível de dispersar a dor! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar!

Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade...
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Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade... porque deixo - me enveredar nela como Deus fez - me de verdade... assim deixa - me fluir pelos ares, desvencilhada de seus 'ah' inúteis! Deveras tens tuas razões vulgares a mim, são elas parcas e fúteis... Se sou teu alvo, me acerta logo porque assim vôo pra longe de ti e nele esquecerei - te sem rogo! O universo é minha imensidão, é meu palco e meu íntimo aqui transmuto no rasante da razão!