Frase de Rômulo Bourbon
A FACE DO MEDO Noite fria, eu andava próximo do cemitério, ouvi sussurros ao longe, vinham de lá? Mistério! Cores da escuridão, um arco-íris sombrio, o revoar dos morcegos, ouço passos, calafrio! Sons invadem meus ouvidos, há barulho de corrente, coração acelerado, o mal bem na minha frente! Com rosto desfigurado, e muito sangue nos dedos, criatura demoníaca, terrível face do medo! Segurando motosserra, a entidade funesta, estava ao meu encalço, fugi, entrei na floresta. Escapei, pulei no lago, o monstro tocou meu pé, consegui desvencilhar, subi morro, ao chalé. Por trás da casa, a rua, vi carros e seus faróis, desci lá, dependurado, num corda de lençóis. De carona me salvei, já não há o que temer, hoje em dia eu só quero esse dia esquecer.
No pensador.ai desde