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Frase de Nicola Vital

NAVE DO DESASSOSSEGO: Ao progresso dos nefastos Tudo vinga sem parar. Para-brisas, para-choque. Para-raios, para-sar. Parangolé, parafusos. Parapente, paraquedas. Parapeito, parabólica. Tudo fica como está. Para tudo, não dá mais! Para o mundo, não aguento! Vou migrar pro’utros locais Que não tenha tanta crença... Não possua caifás. Pare, eu quero descer! Dessa nave de trapaças Dirigida pelos tais... Que vertem o verde das matas, E aos que ela apraz. Negociam os que lhe habitam Sem parecer dos cocais.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.