Frase de Nicola Vital
NAVE DO DESASSOSSEGO: Ao progresso dos nefastos Tudo vinga sem parar. Para-brisas, para-choque. Para-raios, para-sar. Parangolé, parafusos. Parapente, paraquedas. Parapeito, parabólica. Tudo fica como está. Para tudo, não dá mais! Para o mundo, não aguento! Vou migrar pro’utros locais Que não tenha tanta crença... Não possua caifás. Pare, eu quero descer! Dessa nave de trapaças Dirigida pelos tais... Que vertem o verde das matas, E aos que ela apraz. Negociam os que lhe habitam Sem parecer dos cocais.
No pensador.ai desde