Frase de Eduardo Chiarini
A solidão do poeta. A terrível solidão do poeta, tornou-se tão concreta que se constituiu em um muro. Um passarinho miúdo, imaturo pousou e cantou suave e doce. O poeta ouviu. Sorriu. Quanta gentileza e beleza, pensou em sua fortaleza, quebrou o muro, saiu, andando, com o passarinho voando. Desapareceu na alegria, em uma bruma de poesia.
No pensador.ai desde