Frase de Claudia Perotti
come and fly with me We follow beyond the limits, Beyond what can be seen Beyond the heart ...
No pensador.ai desde
come and fly with me We follow beyond the limits, Beyond what can be seen Beyond the heart ...
No pensador.ai desde
Com um pingo de tinta consegue-se escrever uma história.
Fiquei imóvel com os olhos rendidos e perdidos em mim mesma. Aos poucos a água tomou-me o corpo e os braços se abriram. Tudo, ao meu redor, rodava lento.
Fiquei imóvel com os olhos rendidos e perdidos em mim mesma. Aos poucos a água tomou-me o corpo e os braços se abriram. Tudo, ao meu redor, rodava lento. Os pensamentos sangravam-me em gotas. Uma arrastada eternidade tirava-me o foco de todo resto. Vesti-me de um delírio solitário. Abracei os meus desatinos. Abocanhei os sons distorcidos. Não senti frio, tão pouco o calor. Uma sensação única devorou-me toda. Não lutei contra. Deixei-me levar. Flutuei. Apenas flutuei . . .
outra vez te revejo tormenta entranhado nos recônditos do meu cansaço e nesse tédio fastiento
outra vez te revejo tormenta entranhado nos recônditos do meu cansaço e nesse tédio fastiento aguardo naufrágio certo desse amor outrora sonhado não compreendo esses intervalos indefinidos que parte a alma minha inquieta em pedaços deixo ruir então sem esforço algum os sentimentos agora calados a noite recolhe as lágrimas rendilhadas que umedecem os olhos meus desamparados ofereço-me treva na dor da sombria madrugada um choro infindo gemente e desesperado na fronte minha difusa liquida descabelada sou sombra na escuridão da tua ausência perco-me toda em lamento, desassossego e angústia estremeço a turbulência de uma mágoa soluçada Bebo o cálice da eterna solidão E caio morta por dentro no pesado frio dos mares de sonho Destrono-te das vagas espumantes do meu coração E sigo quieta vazia incompleta
Deito-me nas cores Adormecida nos sonhos .
Deito-me nas cores Adormecida nos sonhos . . .