Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
RODEIO DO TEMPO Sinto o vento áspero que repousa em mim Na noite do cerrado, entre o céu e o chão Bafejado do horizonte, imbuído na emoção Desfolhando a poesia enroladas em cetim Sinto o solfejo do inverno de julho, então Me cubro com a brisa de sonho carmim Corrompendo o fado, e erguendo jardim Criando quimeras no alquebrado coração Meu corpo é alado tal ficção de folhetim Dessangrando nas saudades de paixão Suspirando os reveses deixados no fim Fecho os olhos e me vejo na imensidão Da captura, breve, tal ledices de festim Deste rodeio do tempo, cheios de ilusão © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2017, junho Cerrado goiano
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde