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Frase de Siomara Reis Teixeira

LE TEMPS DE LA DANSEUSE Sim, como queiras! Faço parte dos degenerados Melhor que a cegueira de tecer frágeis rimas Neste ridículo circo de infindáveis pantomimas É pertencer ao mundo dos hábeis desequilibrados Vês? Percebes? Sentes como a maldade contamina? Ainda ontem tu sorrias com ares debochados E agora, jovem mancebo, porque estas amargurado? Oh, pobre coitado! Ao passado, espertina? Come então a carne com o sangue que feriste a esmo Prova do mesmo cardápio, larapio de sonhos demi-plié ao sabor do desamor, a ti, ao mesmo Dança bailarina; aplomb ao derredor do ser bisonho Encima a valsa da vingança, rompe e lança ao supremo O extremo do amor, sissone en avant, com ódio tristonho

Siomara Reis Teixeira

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Pensador.com

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SERENÍSSIMA Estranhamente mansa, aquiesceu Buscou respostas nas propostas da esperança Com confiança rodopiou vastas perguntas E como quem dança rodou a roupa casta Então, renderam-se a ela belos e vários versos Universo de palavras não proferidas Conferidas a serenidade e a plenitude Lavradas na quietude da maturidade

MARUJO Ouço teu grito ao longe! Olho! Na penumbra, te vejo!
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MARUJO Ouço teu grito ao longe! Olho! Na penumbra, te vejo! Oh! Marujo dos meus sonhos, Quem tu és na realidade? Busco em ti o amor e o sonho... Será que tu podes me dar? Penso...Não sei... Porque tu te escondes no mistério? A bruma ao teu redor aumenta... Teus gritos, outrora, audíveis, Agora...Quase inaudíveis, o são... Tu te afastas! Teu navio desaparece... Só o que resta, é o olhar... O meu olhar, Na névoa!

SONHOS PERDIDOS O tempo que passa Em asas fugazes,
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SONHOS PERDIDOS O tempo que passa Em asas fugazes, Transpondo os sonhos E desejos audazes... Enfadonhos! Nos tornam incapazes... Não mais planam, As asas! A memória sobrevoa, Sobrevoa a história E a solidão se me apresenta, Machucando, A memória... O tempo passou... Ficaram os sonhos... Desejo ficou Perdido na lembrança, Que dentro de mim, restou!