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Frase de JOANA DE OVIEDO

MEU BATUQUE Escuta o meu batuque! Vai até a madrugada. Meu batuque é silêncio que me põe a vida pensá... Deixa ele batucá... té que eu dance a ultima música e alguém me põe pra niná. É batuque com repiques dos sinos lá da aldeia e dos sons das ondas do mar, de cheiro de campos floridos, e da areia branca da estrada... Da canção dos violeros! Tem gosto de céu estrelado e dos causos que meu pai contava, à noite, lá no terrero. Das roupas que mamãe lavava e secava no varal da minha infância... De quando levava a gente na cidade pra comprá os tecidos boladinhos para ela costurá, vestidos dos contos de fadas mais lindos daquele lugá. Por isso, deixa meu silencio batucá. A cada vez que ele batuca põe-se minha alma a pensá. Deixa ele batucá... Té que eu dance a ultima música e alguém me põe pra niná.

JOANA DE OVIEDO

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Pensador.com

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Vida fajuta Todos os dias eram perfeitos com vc. De seu jeito Havia café da manhã em todas as manhãs
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Vida fajuta Todos os dias eram perfeitos com vc. De seu jeito Havia café da manhã em todas as manhãs e o café da tarde também, todos os dias. O almoço sempre mesmo horário. Os pratos e talheres guardados no armário, tudo organizado... Forrados com toalhas de crochê ou pintado a mão com suas pequenas mãos... E vc dizia: Eu já fiz o café, mas não sei se ficou bom. Talvez tenha ficado ou não, mas tudo era perfeito ao seu lado. E na calada da noite, ouvíamos estórias de papai, papos perfeitos, agora desfeito. Ninguém para para contar as estrelas do seu único céu, nem olhar o luar. E antes da noite, ao jantar, mãezinha, vc a última, sempre depois. E assim deveria ser à mesa da vida, vc a última... Muito bem depois! Vida fajuta!

Admiro pessoas que dizem o que pensam, mas que também ouvem e respeitam o que outros pensam, e que não fazem das diferenças de pensamentos uma luta armada de ignorância. Haja vista a Carta Magna que nos confere a liberdade de expressão e não diz que quem vence em seus argumentos…
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Admiro pessoas que dizem o que pensam, mas que também ouvem e respeitam o que outros pensam, e que não fazem das diferenças de pensamentos uma luta armada de ignorância. Haja vista a Carta Magna que nos confere a liberdade de expressão e não diz que quem vence em seus argumentos é quem está correto. "Eu penso, Tu pensas, Ele pensa, Nós pensamos." Conjuguem o verbo pensar!