Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
Soneto do inverno no cerrado O cerrado amanhece no inverno Dias mais frios, frio árido e tardio A sequidão no seu ápice bravio E as manhãs num vento galerno Em enigmática bruma sobre o casario Com o sol dessemelhante e alterno E a sensação de frescor sempiterno O cerrado se faz em mistério e fastio O verde transfigura em cinza superno O céu se enroupa tremulante e alvadio E as temporãs flores finta o quaterno As folhas hibernam num cerrado vazio Tão ébrio, gélido e de um poetar interno Numa canção de chuva qualquer e estio Luciano Spagnol Cerrado goiano 01 de maio de 2016
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde