Frase de pedro aranda
(II) passados os mil anos partirei voando com as aves até aos confins onde a terra e sol se abraçam e é negro o pôr sol
No pensador.ai desde
(II) passados os mil anos partirei voando com as aves até aos confins onde a terra e sol se abraçam e é negro o pôr sol
No pensador.ai desde
(XVI) agarra a meada do irreconhecível e decifra a forma como tudo se enreda com tudo
(XIX) e um dia acordarás e o mundo que adormeceu contigo deixou de existir
(V) guardo no meu olhar o tempo todas as flores que feneceram no Outono
(V) guardo no meu olhar o tempo todas as flores que feneceram no Outono florescem nos meus olhos todos as crianças que não nasceram choram nas minhas lágrimas sou o registo infindável do tempo
(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas
(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas procurando o que não existe o impossível e o imaterial jamais voltarei nenhuma pegada na areia assinalará os meus passos e não esperem na volta do correio um postal pois vou desaprender a arte de escrever e só falarei línguas estranhas