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Frase de pedro aranda

(V) guardo no meu olhar o tempo todas as flores que feneceram no Outono florescem nos meus olhos todos as crianças que não nasceram choram nas minhas lágrimas sou o registo infindável do tempo

pedro aranda

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Pensador.com

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(XVI) agarra a meada do irreconhecível e decifra a forma como tudo se enreda com tudo
(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas
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(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas procurando o que não existe o impossível e o imaterial jamais voltarei nenhuma pegada na areia assinalará os meus passos e não esperem na volta do correio um postal pois vou desaprender a arte de escrever e só falarei línguas estranhas