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Frase de alexandre morais

Semana da volta Um sino toca, badala de lá pra cá De lá flores brancas, caixão semana santa pisoteada por procissão. Um silêncio nas ruas vozes ao coro vozes antigas. Me remeto ao passado, de quando acreditava existia tempo sonhava o futuro Havia muito chão terra na mão. Há tanta paz lá no fundo em vem a voz de Deus, dos apóstolos, dos crentes. Eu só via a pipoca estourar no carrinho da pracinha se confundia com o cheiro de vela. Com sandálias abertas como a de Cristo, eu não entendia nada, só os amigos que corriam quando ainda eram vivos. Sentes? é o cheiro da chuva, da pura chuva. Trouxe o perfume da minha mãe já falecida, o céu escureceu as vozes continuam arrastadas com tanto peso e esperança. O coral é impecável a casa de Deus tão cheia povoada por almas pecadoras um ambiente nostálgico e fúnebre. Já me vi um filho já me vi um intelectual um bobo e um alcoólatra já até me vi poeta. Hoje me vejo um morto. E eu nunca vou esquecer da igreja da minha cidade do interior de minas.

alexandre morais

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Meus olhos viraram os melhores amigos da noite graças a sua compreensão pelo desabafo das lamurias do dia por eles vividos. Em homenagem a sua paciência de ouvir atentamente a água cair em silêncio, eles vestiram o seu traje e tornaram-se negros.
E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simpl…
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E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simplicidade. Apenas uma vida não afortunada, mas uma vida que deita-se no travesseiro e escorre no lençol o suor da minha verdade, nutrindo-me de paz.