Frase de Everton Medeiros
CONCRETO sinto na pele o toque frio tenaz concreto meu corpo sucumbe mas não o coração, que sem noção insiste tampouco a mente, que brava mente resiste na sensação de um tempo estagnado não mais suporto esta pressão que só aumenta e atormenta tempo, por que não passa? venha logo e me leve deste inferno por que esta eternidade? será esta sua última maldade? ah, não mais importa pois agora eu realizo meu iminente e certo fim neste eminente instante que, de agora em diante, será eterno, constante minha mente inebria-se e se entrega ao coração que pulsa lentamente e mantém a mente tão lenta quanto vazia solto meu último suspiro e, assim, não mais respiro esmagado, morro sozinho sob o peso do concreto quisera eu não houvesse peso quisera eu fosse abstrato
No pensador.ai desde