Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Pequenina Lágrima Tão frágil, tão pequenina Ao vê-la nem se imagina A imensidão do sentimento O carisma de seu surgimento Ao se notar cair pelo rosto Na sina de algum desgosto Ou anúncio de felicidade A lágrima é sempre verdade: Se pela face rola É de alguém que chora De saudade por quem foi embora Se tímida ou escondida É de recato de uma vinda ou ida Disfarçando a angústia de uma despedida Se imaginar ser passiva, sem vida Ledo engano Ela pulsa, desliza comovida. Se for festiva, estridente Surge de repente, saudando a todos abertamente Não subestimemos o poder da lágrima. Se parece cair de mansinho De um carinho, uma recordação De um sorriso, uma comoção De uma palavra de emoção De um elogio nunca em vão É força, energia, é ação A lágrima vem do coração © Luciano Spagnol poeta do cerrado 21/10/2008 Rio de Janeiro, RJ

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano