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Frase de Zorictha Cardoso

Eu queria pedir-lhe algo, algo que eu tenho a certeza que nunca pedi a ninguém: por favor insista antes de simplesmente desistir, eu sei que já dei mais que mil motivos para desistires mas insista pelo menos só mais essa vez. Mande-me mensagem quando estiveres à espera que eu mande. Diga o quanto gostas de mim mesmo que estiver de mal comigo, expressa o sentimento até quando eu não merecer. Quer ter ciúmes ? Força, eu te provarei quantas vezes forem necessárias que sou fiel somente a ti. Tu queres ficar em silêncio depois de um dia mau? Ok sem problemas mas fica em silêncio do meu lado mas não fiques em silêncio comigo, ai juntinhos vamos ver Tv até que os seus ânimos melhorem. Olha, eu tenho muito de mim para te oferecer não tenho agido de modo mais certo mas eu só te peço mais uma coisa seja do tamanho das tuas promessas, que a sua força de insistir seja tanta quanto a força que você usou para me conquistar. Eu não sei se posso sobreviver a mais uma decepção desenfreada, por isso estou de aqui a suplicar. Eu investirei tudo que tenho em ti, em nós. Mesmo com o coração partido eu procurei forças para reconstruir... por você, graças a você porque eu não quis dar-te metades de mim. Essa é a altura de não te esqueceres disso, nós merecemos ser Feliz e vou dar tudo o que tenho para te deixar certo de que eu não quero mais nada além de ti.

Zorictha Cardoso

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Pensador.com

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Outras frases de Zorictha Cardoso

O peso das coisas que não vieram Há um espaço em mim que não é vazio —
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O peso das coisas que não vieram Há um espaço em mim que não é vazio — é cheio demais de tudo o que não aconteceu Um lugar onde a esperança dormia e acordou sozinha, sem motivo sem futuro Não sei mais em que parte do corpo se guarda o que nunca se teve mas eu guardo como quem protege cinzas quentes como quem segura vento nas mãos Não foi uma perda foi uma ausência que chegou tarde demais pra ser evitada e cedo demais pra ser entendida e eu sigo com esse silêncio barulhento com essa dor sem nome pedindo a mim mesma pra sobreviver mais um dia

⁠Cercada de amor, sozinha na dor Eles estiveram lá com mãos estendidas
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⁠Cercada de amor, sozinha na dor Eles estiveram lá com mãos estendidas com palavras brandas com olhos molhados de sentir por mim Houve quem segurou o meu silêncio como quem segura um vaso quebrado sem tentar consertar apenas cuidando dos cacos com amor Não me faltou um ninho de acolhimento tentando me lembrar que a vida ainda pulsa mesmo quando não se ouve o som e eu sei — sei que fui amada sei que fui cuidada sei que tudo o que podia ser feito por mim, foi Mas a dor… essa dor morava num cômodo que ninguém podia entrar Era um espaço escuro que mesmo cercado de luz continuava fechado por dentro O amor deles não falhou mas não curou Porque há dores que não querem cura — só querem existir até ficarem pequenas o bastante pra caberem num poema

⁠Hoje eu precisava escrever, mesmo que as palavras pareçam pequenas diante do que sinto. Há uma dor em mim que ninguém vê.
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⁠Hoje eu precisava escrever, mesmo que as palavras pareçam pequenas diante do que sinto. Há uma dor em mim que ninguém vê. É um vazio tão profundo que não sei como descrever. Só sei que está aqui — me atravessando em silêncio. Esperei com amor, com fé, com cada parte do meu ser. Esperei como quem acredita em milagre, como quem sente antes mesmo de existir. Me entreguei por inteiro, corpo e alma, a um sonho que crescia — mesmo sem forma. E quando a resposta veio… não foi grito, nem tragédia. Foi apenas o não. Silencioso, seco, cortante. E ali, eu me perdi um pouco. Ninguém viu meu luto. Ninguém me abraçou por algo que “nunca aconteceu”. Mas dentro de mim, eu vivi. Eu sonhei. Eu amei. Hoje carrego uma dor muda, como quem enterra uma parte de si sem ter onde chorar. E mesmo assim… mesmo assim… há um pedaço de mim que ainda espera. Que ainda ama o que não chegou. Se um dia você me vir sorrindo, saiba que há um mar calmo por fora, mas que por dentro… ainda há ondas que não sabem descansar. Com amor, de mim — por mim.

Silêncio dentro há um não que ninguém ouviu
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Silêncio dentro há um não que ninguém ouviu mas que ecoa em mim como um trovão de dentro para fora ninguém viu o dia em que morri um pouco de olhos abertos sem despedida sem barulho a vida me negou com o olhar vazio com mãos que não se estendem com promessas que nunca se disseram e agora eu ando com essa ausência nos braços como quem embala o que não nasceu como quem carrega um nome sem rosto como quem grita sem som eu não quero explicações nem conselhos eu só quero que essa dor não precise se esconder em mim