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Frase de Maria Lu T S Nishimura

O ímpeto da morte Quando uma porta se fecha, tudo fica para trás. Neste sentido a morte é uma porta que se fecha, porque tudo fica para trás e nisso há de haver outras portas.. para a vida e para a morte.. Se fecha ou se abre, depende de quem entre ou sai. Mas, onde fica o trinco da vida? Um certo dia senti um tum lá no cérebro, por um ímpeto quase ao cair, voltei, semelhante ao botão de porta automática, que liga e desliga conforme a pressão de um dedo. Será que o trinco tá lá dentro do cérebro, bem do lado esquerdo, á quatro dedos acima do ouvido? É por ele que também aciono o pensamento e por está área vem - me um ponto seco que o calor da idade desce ao pescoço, se erradia pelos ombros… depois se esvai feito vapor! Numa fração segundo apenas e desliga a vida, se somos a máquina e a porta é a passagem, onde fica o botão que liga e desliga a vida, será mesmo no tum do cérebro, lá por direção atrás de um olho? Corpo é uma coisa mecânica e a porta por onde ela atravessa na morte é um começo de uma nova porta aberta, porque na vida é assim: As portas se abrem e se fecham! E neste ímpeto a morte abre a porta, depois fecha... mas a vida da mesma forma abre e fecha, então sabe lá qual casa é nossa morada, mas, tão bom estar em casa...

Maria Lu T S Nishimura

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Pensador.com

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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim!
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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim! Me molha, me toca e faz um carinho assim! Água de espuma feito cerveja refresca a goela de quem tem calor! Sem água na fonte seca o horizonte, seca a goela, seca também o amor! Ôoooh! O que interessa é que não há pressa pra que quem já se refrescou, Mas, pra quem tá penúria há muita angústia, há muito suor! Então... desloca do canto onde esconde seu pranto e corre pra água lavar! Olha... que a vida é curta, curta bastante o que for! Se for suor, que seja de amor!

Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer!
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Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer! Vou por aí... sem saber se tenho motivo para amar, se seu coração é uma pedra... insensível feito gelo... mais eu quero, te espero aqui e em qualquer lugar! Não se engane de mim, pois, amanhã vou te esquecer e não vai adiantar se ao acaso descobrir um jeito... de me amar! Não vai adiantar... nem quero saber de seu jeito egoísta de ser! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz! Vá por aí, chorar como eu chorei vá esperar um sorriso de mim, vá procurar meu amor e não vai mais encontrar! Me cansei! Já basta de ti! sobrevivo e sobrevivi rasgando o meu coração... agora é a sua vez! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz!

Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá!
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Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá! Dá um passo pra frente, um passo pro lado e volta pra traz! Gira seu corpo, levanta seus braços me dê um abraço e volta pra lá! Hoje eu quero um balanço legal rebola direito ou do seu jeito não importa, não vou reclamar... eu só quero que se divirta afinal! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! O abraço gostoso tem cheiro de amor tem o poder inconfundível de dispersar a dor! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar!

Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade...
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Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade... porque deixo - me enveredar nela como Deus fez - me de verdade... assim deixa - me fluir pelos ares, desvencilhada de seus 'ah' inúteis! Deveras tens tuas razões vulgares a mim, são elas parcas e fúteis... Se sou teu alvo, me acerta logo porque assim vôo pra longe de ti e nele esquecerei - te sem rogo! O universo é minha imensidão, é meu palco e meu íntimo aqui transmuto no rasante da razão!