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Frase de Jaelson de Oliveira Silva

Fosse eu um poeta genuíno, Da linhagem nobre dos versos, Lhe teria escrito um hino, Com algozes mais perversos. Na espera dum sono denso, Mero espectro d’escritor, É o que sou ao bom senso, Palavras cunhadas com a dor. De espreita nesta mente, É o descaso bem latente, D'amizade outrora ardente, Restou o veneno da serpente. Não se vive um só momento, Primo o simples e duradouro, Não o encanto tremendo, Dos abraços curtos de ouro.

Jaelson de Oliveira Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A vida, ida, sem saída.
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A vida, ida, sem saída. A morte, uma sorte esculpida, da vida. Ida sem volta. Volta sem vida. Uma vida vivida. Sonhe com a morte, Despeça da vida, Cultive a sorte, Anuncie sua ida,