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Frase de Nicola Vital

⁠QUANTAS ALMAS TEMOS: Quando criança está sozinho me era aprazível. Meus poucos amigos, pouco me eram! Assim me fez viciar ao perigo da solidão. Recluso ao meu tumulo, em silêncio, Escutei a voz do coração distanciando-me Do convívio com pessoas. Saímos de cena para deixar fluir! Na plateia mascaras sem olhos. Metade de mim era alma, outra metade nem calma. A vida nada mais que comédia suburbana O único ato de um único monólogo. O idiota canta, sozinho encena horas a fio Logo sua voz se faz silêncio sob a égide de um até breve. Quando, vê, o show acabou. A comédia bufou. Nada é eterno! Não sabemos quantas almas temos. Cada momento não somos ou cabemos.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.