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Frase de Mariana Mens

Receita da felicidade da vida É importante saber temperar a vida e saboreá-la com calma. Temperar dias de tristezas com esperança e determinação, que dias melhores virão. Temperar a solidão com altruísmo, amor e solidariedade para com aqueles que nos cercam, para com nós mesmos, pois é cultivando e cativando sua própria luz que se atrai mais luz e afasta a escuridão iluminando-a. Temperar a impaciência com tolerância e compreensão. Temperar a indiferença com diferença, esta que se faz ser notada pelo outro ao ponto de roubar-lhe um sorriso e dar-lhe sem perceber carinho pelo cativo que teve. Temperar a vida é essencial para balancear o sabor amargo com o doce ao ponto de que todos alcancem seus objetivos, assim um dia se prova do chocolate amargo e no outro o sabor do doce melado para que cada um tenha em sua vida o sabor que deseja e cada um possa saborear da vida juntos. Temperando pouco a pouco, viver assim é simplesmente temperar a vida com o amor, é o sabor essencial da vida para se encontrar a paz e mediar os desejos e as satisfações de cada um é a medida da receita da felicidade. Se não souber as medidas, em caso de dúvida lembre-se que exageros faz haver sobras, que falta faz diferença e faz sobrar espaços, que egoísmo não faz parte da medida do coração, sendo o coração o medidor de cada medida para receita da felicidade da vida.

Mariana Mens

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Mariana Mens

Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas.
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Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas. Sinto saudade de ouvir sua voz, ser levada até você através do pensamento e ser surpreendida no exato momento pela sua ligação, provando assim nossa ligação até mesmo através de um breve pensamento. Sinto saudade de me envolver, sem ligar. Sinto saudade de te ter e não ter medo de te perder, pois apenas estava aproveitando o momento. Sinto, hoje, dentro do meu coração que ambos estamos a nos procurar, mas com medo recuamos. Sinto um intenso desejo de te rever, o qual é estimulado pelos pensamentos e lembranças que me levam até você. Sinto, neste momento, lágrimas pelo meu rosto escorrerem e meu coração se despedaçar nessa intensa emoção por sua razão. Sinto que em algum lugar ainda vou te reencontrar nem que para isso o que me reste é desesperadamente lhe procurar.

Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
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Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar; Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar; Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar; Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar; Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar; Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há; Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar; Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo; Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida; Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração; Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim; Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar; Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração; Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar; Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar; Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú; Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar; Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar; Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou; Desse sonho de desabafo e esperança acordei;