Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

O tempo e eu Tudo se tornou tão conciso O tempo pequeno O sonho que preciso Um aceno... Tudo tão distante, indeciso Passando tão rapidamente Meus velhos amigos, indiviso Os cabelos brancos comumente Eu ali diante do tempo, sem opção Que passa velozmente, outrora recente Aquele tempo cheio de porção Que aos olhos era lentamente E livre de pensamentos o coração Abruptamente Calcei a meninice de pés no chão Que ficou no passado Trancado pelo tempo o portão Vai em frente Diz com decisão Friamente Quando de repente lágrimas de emoção Escrevem palavras de lembranças Retratando a casa da vovó, paixão O tempo agora, confiança Já é tão sucinto Mas com esperança Acumulado no recinto Da aliança Do tempo e o aprender A ter fé, nesta real dança De que ser feliz é amar no viver. Luciano Spagnol

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano