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Frase de Anderson WA Delfino

⁠Belo e imperfeito A verdadeira beleza não é a perfeição, É o equilíbrio perfeito entre as muitas imperfeições. É a cicatriz que guarda uma história, É o riso inesperado que rompe o silêncio. É o desenho torto de uma criança, É a alma exposta em seus tons desiguais. Únicos somos todos; singulares, tão poucos. É o que escapa ao padrão, o que nunca será trivial. Nas imperfeições, vejo meu reflexo em outros, E nelas, enfim, me reconheço um igual.

Anderson WA Delfino

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Pensador.com

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⁠Visão do Bairro Pilar Sentado na escada de casa, Vendo o tempo passar,
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⁠Visão do Bairro Pilar Sentado na escada de casa, Vendo o tempo passar, Pessoas, cachorros e gatos Numa rua do bairro Pilar. Folhas secas no asfalto, Casas de um bairro carente, Requerendo reformas urgentes Que não dedicamos à gente. O choro de uma criança Na vizinha fez-se ouvir, O choro dos rostos adultos Quase nunca escuto daqui. Vasta visão de telhados, Janelas e muros riscados, A tinta descascada revela A camada de baixo mais velha. Se cada casa é uma vida, Às vezes uma grande família, Quanto choro o cimento abriga, Na maré de amianto infinita.

⁠⁠O Jardim das Flores Não Vistas Em um lugar distante, na floresta mais escura do mundo, fica a clareira mais clara,
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⁠⁠O Jardim das Flores Não Vistas Em um lugar distante, na floresta mais escura do mundo, fica a clareira mais clara, um refúgio perfeito onde o equilíbrio da vida se mantém em sua forma mais pura. Um paraíso intocado que evoca paz e isolamento, onde os raios de sol descem e iluminam o jardim das flores não vistas. Ali, orquídeas raras adornam as árvores; centenas de pássaros coloridos e aves migratórias mantêm seus ninhos. As sinfonias e os perfumes nunca se repetem, e é onde todas as borboletas voam. Um lugar caleidoscópico onde o tempo parece parar, santuário tanto para as criaturas únicas que ali vivem quanto para qualquer alma afortunada que o encontrar.

⁠O memorial do adeus Um memorial aos sentimentos a que nunca demos nomes, filhos negligenciados dos nossos corações. Um memorial às histórias jamais contadas e às palavras nunca ditas, às vidas não vividas, às paixões não correspondidas, aos amores perdidos, ao que nunca foi, ma…
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⁠O memorial do adeus Um memorial aos sentimentos a que nunca demos nomes, filhos negligenciados dos nossos corações. Um memorial às histórias jamais contadas e às palavras nunca ditas, às vidas não vividas, às paixões não correspondidas, aos amores perdidos, ao que nunca foi, mas poderia ter sido. Um memorial ao sangue, ao suor e à lágrima não derramados; ao silêncio, às possibilidades esquecidas. Um memorial a todas as perguntas que ficaram na garganta, ao que ficou oculto, ao que jamais ganhou forma, mas ressoou nas profundezas do desejo e da imaginação. E, finalmente, um memorial ao potencial inacabado, às narrativas não escritas, que pulsaram, por um instante, no coração de quem ousou sonhar, mas nunca realizar.