Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
ASSOMBRAÇÃO Tenho uma solidão, tapera sombria Assombrada, de sonhos penitentes Onde anda a ilusão tristonha e fria Na saudade, poetando os ausentes E no vazio, a alma sem doce poesia Tal paz duma sepultura, os poentes Sois, num entardecer de melancolia Tatalam as mãos, olhar e os dentes No silêncio o ranger da imaginação Pelos cantos os vultos em prantos Das lembranças, tal qual fiel serva Que invadem as órbitas da emoção Soturnos fantasmas e, quebrantos Segregando o espírito na tênia treva © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro de 2018 Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde