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Frase de Claiver Oliveira

⁠Não Me Encolho O que eu sei é o que eu senti. E isso já diz muito sobre mim. Sobre minha capacidade de sentir, de estar presente, de querer algo além da superfície. E por mais que isso doa agora, sei que não é fraqueza. É força. É coragem de não viver na superfície. É coragem de não me encolher por medo de ser “demais”. Então escrevo. Não para ele, mas para mim. Para lembrar que sentir não é erro. E que a falta de resposta do outro não invalida a minha entrega.

Claiver Oliveira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Claiver Oliveira

⁠Simples brincadeiras; Um amor escondido. Simples olhares;
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⁠Simples brincadeiras; Um amor escondido. Simples olhares; Um amor coberto. Simples amizade; Um amor incompreensível. Simples brigas; Abraços entrelaçados. Simples toques; Corações ligados.

⁠A luz e o calor estão presentes em nossas vidas, sequer paramos para reparar o quão bem nos fazem. Precisamos de forças para continuar nesta trajetória tão dolorosa, tão vazia, tão monótona. As respostas? Não temos para a maioria de nossas dúvidas, isso nos intriga a continuar…
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⁠A luz e o calor estão presentes em nossas vidas, sequer paramos para reparar o quão bem nos fazem. Precisamos de forças para continuar nesta trajetória tão dolorosa, tão vazia, tão monótona. As respostas? Não temos para a maioria de nossas dúvidas, isso nos intriga a continuar, para sabermos se um dia seremos respondidos. O amanhã é assustador, o futuro é um campo, quanto mais tenta correr, mas você percebe que está atrás. O fato de não desistir é um dádiva. Vivemos dentro de um carrinho de montanha russa, subimos, descemos, ficamos de cabeça para baixo, rodamos, voltamos e seguimos para esta mera vida; esperando pelo o dia que este carrinho vai parar e vamos chegar ao nosso destino: insignificante, dolorosa, confusa; morte!

⁠E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda: “Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?” Porque não se trata de deixar de sentir.
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⁠E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda: “Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?” Porque não se trata de deixar de sentir. Se trata de aprender a ser abrigo para aquilo que, dentro de mim, transborda. E se for pra amar, que seja com verdade. E se for pra doer, que me ensine. Mas que, acima de tudo, eu nunca mais ache que ser quem sou é demais.