Frase de Claiver Oliveira
Simples brincadeiras; Um amor escondido. Simples olhares; Um amor coberto. Simples amizade; Um amor incompreensível. Simples brigas; Abraços entrelaçados. Simples toques; Corações ligados.
No pensador.ai desde
Simples brincadeiras; Um amor escondido. Simples olhares; Um amor coberto. Simples amizade; Um amor incompreensível. Simples brigas; Abraços entrelaçados. Simples toques; Corações ligados.
No pensador.ai desde
Diga-me. Mostre-me. Vem à tona. Pare de me jogar migalhas de gatilhos e fale-me o que realmente é. Não quero ser seu escravo, quero ser seu amigo, eu estou aqui, vamos dar nossas mãos?
A luz e o calor estão presentes em nossas vidas, sequer paramos para reparar o quão bem nos fazem. Precisamos de forças para continuar nesta trajetória tão dolorosa, tão vazia, tão monótona. As respostas? Não temos para a maioria de nossas dúvidas, isso nos intriga a continuar…
A luz e o calor estão presentes em nossas vidas, sequer paramos para reparar o quão bem nos fazem. Precisamos de forças para continuar nesta trajetória tão dolorosa, tão vazia, tão monótona. As respostas? Não temos para a maioria de nossas dúvidas, isso nos intriga a continuar, para sabermos se um dia seremos respondidos. O amanhã é assustador, o futuro é um campo, quanto mais tenta correr, mas você percebe que está atrás. O fato de não desistir é um dádiva. Vivemos dentro de um carrinho de montanha russa, subimos, descemos, ficamos de cabeça para baixo, rodamos, voltamos e seguimos para esta mera vida; esperando pelo o dia que este carrinho vai parar e vamos chegar ao nosso destino: insignificante, dolorosa, confusa; morte!
E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda: “Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?” Porque não se trata de deixar de sentir.
E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda: “Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?” Porque não se trata de deixar de sentir. Se trata de aprender a ser abrigo para aquilo que, dentro de mim, transborda. E se for pra amar, que seja com verdade. E se for pra doer, que me ensine. Mas que, acima de tudo, eu nunca mais ache que ser quem sou é demais.
Mas… e se não for erro? E se a dor só vem porque eu ainda estou aprendendo a lidar com ela? E se o problema nunca foi sentir demais, e sim me julgar tanto por isso?
Mas… e se não for erro? E se a dor só vem porque eu ainda estou aprendendo a lidar com ela? E se o problema nunca foi sentir demais, e sim me julgar tanto por isso? Eu sei que pra ele pode ter sido casual. E talvez o gesto de carinho dele tenha sido só isso: um gesto. Mas pra mim foi entrada. Convite. Abertura. E o difícil é aceitar que nem tudo que me toca, toca o outro. Que nem tudo que me aquece, aquece quem estava do meu lado. Que às vezes eu sou o único que está com os olhos fechados no abraço — e tudo bem. Eu estou aprendendo que a minha intensidade não é erro de fábrica. É só um traço da minha forma de existir. Mas eu posso, sim, aprender a acolher essa parte de mim com mais calma. Posso olhar para minha urgência com menos culpa, e mais compaixão. Eu não preciso apagar meu fogo. Só aprender a não me queimar toda vez que alguém não quer se aquecer nele. E isso também é autocuidado.